sábado, 22 de agosto de 2009

FURACÃO


Olá amigos...
Primeiramente gostaria dizer que não tenho atualizado muito esse espaço devido a algumas tempestades pessoais que tenho enfrentado.
Peço que aguardem um pouquinho que logo logo estarei de volta com muitas novidades.

Enquanto isso, orem por mim, ok?

Grande abraço a todos!!!


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sábado, 11 de julho de 2009

O BAILE!


O Baile está aí! rsrsrs...

Sempre que nos vemos em uma situação complicada, temos tendência solucionar rápido, mesmo que tenhamos que improvisar soluções. Com música não é diferente. Invariavelmente nos vemos em situações complicadas, que beiram o constrangimento as vezes, e acabamos sendo levados a “nos virarmos” pra coisa funcionar. Quem é músico e nunca se deparou com a situação:

- Por favor, toque a música TAL do cantor TAL?

E o pior de tudo:

- Ah! O tom é sol maior! (e nunca é o tom que o cantor pede...) rsrsrs...

Pra se sair bem em situações como essa que o mais importante para o músico não é a sua capacidade harmônica, melódica ou sua habilidade de NPS (notas por segundo), e sim O BAILE!

O BAILE nada mais é que a expressão usada pra determinar que temos experiência, vivência em diversas situações, musicais ou não. E isso, meu amigo, só com o tempo mesmo. Impossível se aprender no início da vida profissional. É no baile que aprendemos os recursos ou segredos que faz com que nos saiamos bem nas empreitadas (e desastres) musicais do dia a dia. Tocar de tudo e com todo mundo. E deixar um bom resultado.

Tive o prazer de colocar o meu “baile” em dia essa semana. Fui convidado pelo meu parceiro Charles pra fazer um evento com o cantor Alex Gonzaga (vocalista da banda Novo Som, em carreira solo), e estava muito a vontade em fazer isso, já que estou acostumado a tirar 8 ou 10 músicas de cantores pra um evento em um dia ou dois.

Chegando no dia, tudo certo: repertório passado, músicas tiradas, equipamento revisado, e despenco eu pra casa do Charles em Jacarepaguá. Dei só uma conferida nos tons e tals (eu detesto ensaiar... Depois falo sobre isso... Rsrsrs...).

Já na local do evento - uma Igreja Batista hiper-estruturada no Recreio dos Bandeirantes, aqui no Rio - fomos passar o som e detectamos um pequeno problema: o BG da banda (os recursos pré-gravados que não podem ser totalmente executados ao vivo pela banda que acompanham a música, tipo cordas e vocais) deu um rolo. As contagens pro Edmar (baterista) estavam confusas, não tinha todas as músicas e as músicas pareciam que estavam faltando pedaços...

A princípio fiquei meio assim, mas depois olhamos um pro outro e dissemos quase que em uníssono: É O BAILE!

Acabou que eu nem liguei meu arsenal (rs...). Acabei tocando em um Yamaha MO8 que tinha lá na igreja. O Alex chegou e fez o favor de nos tranqüilizar mais ainda relaxando e dizendo “tranqüilo gente... deixa rolar...”.

O fato é: na hora o Edmar acertou todas as contagens (as músicas rolaram limpinhas), o Charles me deu todo o chão que eu precisava pra fazer a harmona legal, o Aroeira (guitarrista) ficou super a vontade (depois que comeu um salgado antes do evento, diga-se de passagem...), e eu mais me diverti do que tudo.

O Alex canta muito. Tem o controle da música na mão o tempo todo. E transmite muita segurança pra banda. Mesmo sem ensaiar junto, deu tudo certo. O evento foi um sucesso e no final ainda tocamos duas músicas livres (sem BG e que nem estavam previstas no repertório), aí que foi a farra mesmo (até porque tinha um piano Yamaha de cauda lá... eu não ia perder a chance de tocar, né? Diversão pura!!!).

Restou a foto e a lembrança de um evento muito legal. E a certeza que música é igual a andar de bicicleta - nunca se esquece, mas sempre se tem um pouquinho mais pra aprender.

O baile está aí! Vamos aprender cada dia um pouquinho, galera!

Abração!

(Na foto: Charles Martins (baixo), Edmar Moura (bateria), Alex Gonzaga, Eu (teclados) e o grande Aroeira (guitarra).

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sexta-feira, 3 de julho de 2009

ATENÇÃO!

Alô galera! O trabalho continua!

Novidades:

1) Estou inaugurando um novo canal de comunicação no Twitter. Não sei usar muito bem, mas eu vou aprendendo... rsrsrs...
www.twitter.com/leandrosilva10

2) O disco da banda Lucas 3 já está no forno (ainda estou devendo o post sobre a parte técnica e a finalização, vai sair já já...). Aguardem porque ficou realmente muito bacana.

Abraços galera!

Deus abençoe!


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sexta-feira, 26 de junho de 2009

A MUSICA PERDE...

A música fica mais triste hoje.

Apesar da sua vida pessoal não ser efetivamente um exemplo para ninguém, é inegável o seu talento e sua musicalidade. Fico muito triste, mas a vida continua.

Michael Jackson - - - - 1958 - 2009

Trabalho x Diversão








Música:

Gravando, compondo, produzindo ou tocando, é sempre um prazer... rsrsrs...
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FAÇA COISAS BOAS!

Segundo o Dicionário Michaelis:


Profissional - pro.fis.si.o.nal:
adj m+f (lat profissione+al3) 1 Relativo, próprio ou pertencente a profissão: Ética profissional. 2 Que prepara para certas profissões: Escola profissional. 3 Que exerce uma ocupação como meio de vida ou para ganhar dinheiro: Soldado profissional. 4 Que exerce, por dinheiro, uma ocupação comumente exercida como passatempo: Futebolista profissional. 5 Exercido como meio de vida, ou pelo ganho, por profissionais ao invés de por amadores: Futebol profissional. 6 pej Que faz um negócio ou meio de vida de algo que não é propriamente considerado como tal: Político profissional. s m+f 1 Pessoa que exerce, como meio de vida, uma ocupação especializada: Os profissionais da publicidade. 2 Pessoa que faz por ofício uma coisa que comumente é feita por amadores: Os profissionais do futebol.



Amador - a.ma.dor:
adj (amar+dor2) 1 Que ama. 2 Relativo a amador. 3 Próprio de amador. 4 Que tem a condição de amador. 5 Praticado por amador. sm 1 O que ama. 2 O que cultiva qualquer arte ou esporte, por prazer e não por profissão; curioso. 3 Aquele que trabalha sem remuneração. 4 Aquele que entende superficialmente de alguma coisa, de regra, autodidata. 5 Apreciador, entusiasta.



Eu sempre tive questões muito claras na minha mente. Esse post é só uma forma de explicitar algo que as vezes me incomoda.



Me deixa nervoso quando ouço o termo "amador" como sinônimo de coisa ruim, da mesma forma que quando alguém tenta me empurrar algo como a oitava maravilha do mundo simplesmente porque foi feita por um "profissional". São quatro coisas totalmente diferentes: profissional, amador, bom e ruim. Saiba fazer a que realmente é importante: A COISA BOA. E lembre-se dessas afirmações:



1 - A QUALIDADE independe de quem faz uma arte, seja profissional ou não.



2 - Uma arte AMADORA não significa que seja RUIM, assim como uma arte feita por um PROFISSIONAL não quer dizer que seja MELHOR do que a feita por um amador.



3 - Você - sendo profissional ou não - tem o direito e o dever de viver a sua arte. Capriche e faça o melhor, não se importando se vai ficar melhor ou pior ou igual, apenas tendo a certeza que vai ser SUA!

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Somos fortes!

http://www.youtube.com/watch?v=GA8z7f7a2Pk&eurl=http%3A%2F%2Fblogoriginals%2Ecom%2Ebr%2F&feature=player_embedded

Quem disse que você sozinho não tem força? Quem disse que você não faz diferença em meio a uma multidão?
Pense nisso...

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Uma pancadinha mais leve...



Meus Passos

Oficina G3

Composição: Juninho Afram / Jean Carllos / Duca Tambasco



Por que os meus olhos só querem ver o que

não devo olhar, eu não quero ver?

Por que que os meus pés só querem ir

Onde não devo andar, eu não quero ir?

Não quero, mas isto e o que somos nós

Por que num momento eu amo e depois

Simplesmente não, eu não quero mais?

Por que que com uma das minhas mãos eu dou

E com a outra mão eu quero tirar?

Não quero, mas isto e o que somos nós


O bem que eu quero

Esse eu não faço

O mal que não quero

Persegue os meus passos



Por que e difícil manter o alvo e

Fácil se perder, querer desistir?

Por que que ao ver o mundo se afundar

Eu não estendo a mão não quero ajudar?



Essa é uma letra que fala a verdade...
QUEM NUNCA SENTIU ISSO UM DIA???

sábado, 6 de junho de 2009

VÍDEO!

Há um tempão tava querendo colocar alguns vídeos legais que eu seleciono como favoritos no meu canal do You Tube (www.youtube.com/leandrosilvamusic), acabei testando colocar esse vídeo aqui.
Esse foi um workshop realizado na Jog Music em Rio Claro - SP, loja que me patrocina juntamente com os teclados e piano Ketron, onde eu fiz uma participação fazendo essa demonstração do piano GP10A, que é o meu modelo. É um vídeo de câmera digital e ficou um pouco embolado, rs... mas está muito bacana.
Abração!

video

sábado, 23 de maio de 2009

REFLEXÃO...








“Essa é uma história (real) pra encorajar pessoas a nunca desistirem, apesar das dificuldades parecerem insuperáveis... A persistência com o propósito certo é uma virtude admirável”.






Uma coisa que sempre gostei muito enquanto criança era abrir presentes. Aquela sensação de rasgar o papel todo, matar a curiosidade... O presente nem precisava ser meu, mas rasgar o papel era uma emoção...
Aí a gente cresce e os presentes mudam, rsrsrs... Nada de carrinhos, bolas ou aqueles brinquedos de criança: agora o que queremos mesmo são as novidades...
Me lembro muito bem quando ganhei meu primeiro teclado. A maior novidade da minha vida até então (antes tinha sido o meu Atari 2600...): o super teclado CASIO CT-460. Teclas grandes (iguais aos de hoje, visto que até então eu só treinava em um Hering...), 4 oitavas inteiras, alto-falantes laterais e alguns timbres... Eu, que tinha acabado de decidir que iria aprender a tocar esse negócio por bem ou por mal, estava maravilhado. Passava horas encima do instrumento, aprendendo a diferença de sétima e sétima maior (dentre outras coisas... rs...). Tirar os grampos daquela caixa de papelão foi muito bom, rsrsrs...
Então pintou uma oportunidade única: tocar com uma banda profissional (uau!). Eu já andava me arriscando pelas igrejas, irritando os caras que tocavam bem, com aquele som maravilhoso do teclado (???), mas agora era diferente... E o melhor: era com a banda que eu era fã na época: Novo Som.
Cara... Eu com 16 pra 17 anos. Garoto e cheio de vontade de fazer alguma coisa útil. Tendo a oportunidade de tocar com a banda que era minha referência na época. Era tudo!!! Pra isso eu (com a ajuda de um paitrocínio) arrumei um YAMAHA DX-11. Fiquei feliz, porque eu achava que, se era o DX-11, era melhor que o DX-7...
Doce ilusão... rsrsrs...
Bem, com esse bichinho fiz muita coisa legal. Me matei de estudar e treinar pra tirar o repertório da banda na época. Levadas de piano, metais em oitava com as duas mãos... Acabei não ficando com a banda porque tinha um garotão que tinha um Roland JV-80, que era o último lançamento naquele ano. E além disso tocava muito, mas muito melhor que eu... O nome dele? Um certo Emerson Pinheiro... (abraço, pastor!).
Claro que continuei, afinal SOU BRASILEIRO!!! (rsrsrs...). E assim que deu troquei o pequeno por um ROLAND U-20, que acabou realmente me colocando no meio dos músicos mesmo. Era um teclado que a galera já usava. Fiquei “mais profissional”. Fiz muita coisa com ele. Rodei muito. Nessa época acabei também tendo contato (mesmo que emprestado) com outros modelos mais profissionais como o Korg M1, o próprio DX-7, JV-1000, etc...
Rapidinho dei um jeito de me desfazer do U-20 (por motivos óbvios) e acabei pegando o teclado que realmente ia fazer diferença: ROLAND JV-90. Ali foi fogo, porque eu já tava tocando melhorzinho. Aprendi a programar, somar timbres, fazer layers, splits, sequenciar (sem trema), montar arranjos... Além de que foi o teclado que eu fiz a minha primeira gravação profissional (mas essa é outra história...).
Fiquei muito tempo com o JV-90... Muitas viagens, muitas bandas, gravações... Foi onde realmente comecei a trabalhar sério. Apesar de muito bom e de eu gostar muito dos timbres dele, vivia no conserto, porque eu entendi que minha mão era muito pesada e acabava quebrando a sensibilidade das teclas (ou a própria tecla) devido a força que eu tocava... Resolvi isso comprando um teclado master de 88 teclas que era lançamento na época: ALESIS QS-8.
Foi outro marco. Nessa época eu já tocava instrumentais e fazia muito show e gravação também... Foi um instrumento bacana também. Rodou muito comigo. Minhas primeiras produções mesmo (com porta-estúdio de 8 canais e bateria eletrônica), foram com ele.
Hoje sou endorsee da KETRON (e logo, logo faço uma postagem exclusiva sobre a marca), e tenho mais algumas coisinhas em casa... rsrsrs...
Ainda tiveram outros. Principalmente na época do Toque no Altar. Mas uma frase que me ensinou e me marcou muito, enquanto estava lendo uma revista Keyboard americana, quando eu ainda estava no DX-11, foi: “Se você não tem o teclado que você quer, CUIDE BEM DO QUE VOCÊ TÊM!”. instrumentos por si só não trabalham sozinhos. Nunca trabalharão.
Coloquei essa história aqui pra que alguns de vocês que são iniciantes - como eu já fui um dia - nunca desanimem por nenhum motivo. Instrumento não é limitação pra ninguém. Todo mundo quer um Motif XS-8 expandido ou um Oasys... mas a música está dentro da gente. Confie em DEUS e estude, cara... Estude muito. Não pra ser igual a alguém, mas pra ser VOCÊ MESMO!!!
Um abraço e curta aí algumas fotos das minhas antigas relíquias. Elas me ajudaram a ser que sou hoje.
Deus abençoe!